domingo, 25 de novembro de 2007

Descendo a ladeira

Amy Winehouse, cantora que faz um tremendo sucesso ultimamente mais pelo consumo infindável de drogas do que pela música, foi flagrada há alguns dias inalando uma substância desconhecida embebida num pano durante um show.
Há alguns meses, ela teve um papinho sério com a morte por causa de uma overdose, na qual ela tomou, entre outras coisas, um remédio para cavalos (isso mesmo, cavalos!). E ela não faz questão alguma de esconder que é uma verdadeira junkie, tipo de gente que gosta de pegar realmente pesado nas drogas.

Segundo uma amiga, ela disse que em um ano estaria morta. Não deixa de estar certa, afinal um dos maiores exemplos de vidas encurtadas por substâncias ilegais, o baixista do Sex Pistols Sid Vicious, morreu com pouco mais de 20 anos, menos até que os 21 que vou completar esta semana. Podemos citar também o genial Jimi Hendrix e a doidona Janis Joplin que se foram antes dos 30.

É difícil conceber a realidade dessas pessoas. O que as leva a seguir uma trajetória tão autodestrutiva? Seria a pressão da fama? Muito dinheiro? O ritmo estressante de shows? A soma disso tudo?

Alguns ainda se salvam, por incrível que pareça. Pete Doherty, do Babyshambles, resolveu dar uma chance a sua vida depois de ser preso diversas vezes e enfrentar alguns julgamentos. Volta e meia ele pára a turnê e depois retorna, mas disse que "é difícil tocar sóbrio".

Não gosto muito das músicas da Amy, pra ser sincero. Apesar disso, torço pra que ela não tenha um final tão infeliz.

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